Cientistas da Universidade de Michigan, EUA, descobriram que quando as pessoas voltavam das suas caminhadas na natureza, elas mostravam 20% de melhora em testes de memória e de sustentação de atenção, mas não exibiam qualquer melhora quando retornavam de caminhadas em centros urbanos. A natureza, diferentemente da cidade, é repleta de estímulos inerentemente interessantes – como por exemplo o pôr do sol, ou um pássaro bonito – que deflagram nossa atenção involuntária. Mas prestar atenção num pôr o sol não requer nenhum esforço ou controle cognitivo adicional, de modo que a nossa mente é capaz de se refrescar e se restaurar. Ou seja, uma caminhada numa área arborizada equivale dar férias ao nosso cérebro – é chamada “Terapia de Restauração da Atenção”.

Outra pesquisa mostrou que as pessoas que vivem em apartamentos com exposição à natureza têm mais autocontrole e níveis mais baixos de agressividade e violência. Verificou-se que caminhadas na natureza (chamado de “exercício verde”) beneficiam em muito pessoas que sofrem de depressão e crianças com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).

“Enquanto as pessoas têm movido céus e terras para melhorar seu desempenho cognitivo, de doparem-se com Red Bull até redesenhar o layout de escritórios, parece que somente poucas dessas abordagens são tão eficazes como simplesmente dar uma caminhada num local onde a natureza esteja mais presente”, escreveu o autor Jonah Lehrer.

Em suma, a natureza é de fato um tipo de vitamina não somente para o corpo mas também para o cérebro – o que alguns cientistas chamam de “Vitamina V”, “V” de VERDE!

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