“Se a mente perceber um objeto e permanecer em um estado de relaxamento, não criaremos carma. Mas em geral, a mente se envolve com os estímulos externos, acreditando que têm uma realidade inerente. Como o corpo, fala ou a mente reagimos a eles com apego ou aversão. Fazemos isso a cada momento da nossa existência, vida após vida.
A todo instante, temos o potencial, ou para despertar, ou para nos perdemos nos movimentos da mente comum. Sempre temos essa escolha. Em ultima instância, a mente nunca se separa da sua verdadeira natureza. mas seus movimentos aparentes nos levam a uma identificaçao com a mente comum, sem que tenhamos consciência da natureza desta.
Essa natureza não é um vácuo, como um quadro negro que foi apagado. Com o seu rico potencial de expressào, ela é a base de todos os fenômenos – tudo surge dela. Paramos de criar carma quando chegamos a uma realização estável em que a expressão ilimitada da mente nunca está separada da sua natureza.”
Para abrir o coração – treinamento para a paz de Chagdud Tulku

2 Comments

  1. Encontrei um vídeo no youtube com o Dalai Lama falando sobre 'energia' para a ciência e na filosofia budista. Assim como o significado da 'compaixão'. Coloquei no meu blog, olha lá ;]

    Beijocas
    PS: Um dia farei o curso de Reiki ;D

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